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Olá amigo(a) leitor(a), a partir de agora estarei publicando em meu novo site http://www.benitopepe.com.br/ continuarei com o mesmo estilo deste, no entanto com mais facilidade para se encontrar os assuntos, tópicos e artigos relacionados etc.


Então boa leitura e espero tua visita por lá,
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O Ano da Astronomia. Por que 2009 é o ano da Astronomia?


O Ano Internacional da Astronomia 2009 (AIA2009) é a celebração da ciência e em especial da própria Astronomia.

É bom relembrar algumas épocas e marcas da história da Astronomia. Em primeiro lugar a Astronomia é uma das ciências mais antigas do mundo, provavelmente a primeira de todas as ciências; a astronomia (ou a física - physis) tem um papel fundamental no inicio da filosofia no mundo ocidental que ocorre nos séculos VII e VI a.C.; e depois retoma com força e com uma particularidade especial no início da modernidade na segunda metade do milênio findado, com Copérnico, Galileu, Decartes, Isaac Newton, Giordano Bruno, kotler, entre outros; toma um novo e revolucionário fôlego na contemporaneidade com Albert Einstein e a famosa teoria da relatividade especial.

Mas por que 2009 é o ano da Astronomia?

Em 1609 tivemos uma das datas mais marcantes da história da Astronomia, foi quando pela primeira vez o homem pôde ver o céu não mais com os olhos desnudos ou seja a partir de Galileu Galilei pôde-se observar o céu com um telescópio, um instrumento que ajudou a revolucionar a ciência e em especial a Astronomia. Esse instrumento foi aperfeiçoado por Galileu, mas não foi construído por ele como alguns pensam. Galileu teve o mérito de desenvolvê-lo e principalmente de ter tido a ideia de usá-lo para ver o céu e não para observar navios ou inimigos à distância, mas um objetivo mais nobre: o Céu.

Com o telescópio, Galileu Galilei pôde observar a lua como nunca antes, viu que na Lua há montanhas e imensas crateras. Com esse instrumento óptico pode constatar que em Júpiter há 4 corpos que a circundam, são as grandes luas: Europa, Ganímedes (ou Ganimedes), Io e Calisto, mas sabe-se hoje que existem outros satélites naturais em Júpiter. Essa observação corrobora para a retomada do heliocentrismo (Copérnico 1554) com a afirmação de que se é possível haver outros corpos girando em torno de outros sem ser da própria Terra, então por que a terra não poderia também ela estar girando em torno de outro corpo como o Sol.

Passou-se desde então 400 anos de observações com instrumentos ópticos não mais olhos nus. E depois tivemos um outro número bem marcante que são os 40 anos do homem na Lua, isso mesmo, em 20 de Julho 1969 o homem pisa pela primeira vez na Lua, e como disse Neil Alden Armstrong quando deu esse 1º passo, "um pequeno passo para o homem, um gigantesco salto para a humanidade".

Pela participação da Astronomia desde os primórdios do homem através de sua contemplação e “veneração” do céu, criação dos seus mitos e depois o nascimento da filosofia e da ciência, podemos observar que a astronomia tem um estreito relacionamento com o pensamento filosófico basta ver as inúmeras possibilidades que se dão de uma para a outra, eu vejo uma sinergia entre a Astronomia e a Filosofia (Pensamento) e vice versa.

Por esses motivos e tantos outros que dão a importância e relevância da Astronomia é que o ano de 2009 foi proclamado pela ONU (Organização das Nações Unidas) como o ano internacional da Astronomia. Esses são objetivos gerais:

Difundir na sociedade uma mentalidade científica;

Fornecer uma imagem moderna da ciência e do cientista;

Promover acesso a novos conhecimentos e experiências observacionais;

Promover comunidades e clubes de Astronomia;

Promover e melhorar o ensino formal e informal da ciência;

Criar novas redes de divulgação e pesquisa e fortalecer as já existentes;

Melhorar a inclusão social na ciência, promovendo uma distribuição mais equilibrada entre os cientistas provenientes de camadas mais pobres, de mulheres e minorias raciais e sexuais.


Bem, amigo leitor então mãos à obra...

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Maicon (ou Michael) Jackson e a Indústria Cultural, até na hora da sua morte



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Acabamos de assistir pela televisão transmitido para todo o Planeta pela TV norte-americana uma espécie de show-tributo-velório do maior cantor dançarino pop do mundo, Michael Jackson, algo até então nunca antes visto e transmitido dessa maneira.

Tive a oportunidade de assistir partes de velórios de famosos como o da princesa Diana que teve uma das maiores audiências televisivas do mundo até então, cerca de 2,5 bilhões de televisores ligados por este motivo. No caso de Maicon Jackson é provável que essa marca tenha sido ultrapassada.

È claro que um show-tributo-velório destes marca mais uma divisão de águas e que é digna de um homem-show como foi o Maicon Jackson, ele divide a música em épocas e agora tivemos a “oportunidade” de ver uma nova divisão de águas na transmissão televisiva, a transmissão de um velório-show-tributo.

Outra das transmissões televisivas que marcaram como divisão de águas foi a da guerra do golfo mostrada ao vivo para todo o mundo, uma espécie de espetáculo catastrófico e negro da história da humanidade e que se transmitia mostrando os céus iluminados pelos projetes e mísseis que pareciam inocentes fogos pirotécnicos. Imaginemos se tivéssemos tido a oportunidade de ver ao vivo as bombas de Hiroshima e Nagasaki sendo lançadas pelos americanos nessas cidades japonesas?

É claro que não quero falar contra a espécie de tributo que foi prestada ao Maicon Jackson, pelo contrário eu até gostava dele enquanto o artista que foi, acredito que quem fez ele ser o cara que foi no sentido da grande emoção que conseguia passar nos seus videoclipes e shows, foi a sua própria família e principalmente seu pai que lhe “propiciara” tanto sofrimento e surras como o próprio astro declarava em suas entrevistas. Essa magoa, traumas e a perda da infância lhe “proporcionaram” a eterna infantilidade que ele não pôde viver na sua verdadeira época.

Não quero falar do homem Maicon, quero falar e lembrar de um astro pop, que será inesquecível como tantos outros que passaram por este planeta o foram. Maicon Jacson fez história.

Mas o objetivo principal deste texto é lembrar o que a Indústria Cultural fez e faz com as oportunidades, umas que surgem outras que são criadas por ela própria. Não foi e não será diferente com Maicon Jackson. Brevemente veremos DVDs sendo vendidos sobre esse episódio e sobre a história do astro.

A Industria Cultural de fato não perde tempo. Desde seus primórdios, principalmente com a rádio e agora de forma triunfal com a televisão, tivemos a “chance” de ver a confusão entre realidade e ficção. A Industria Cultural pretende nos infantilizar a propósito foi esse o grande diferencial humano de maicon, ser uma eterna criança. Quando somos crianças bastam “doces” para nos alegrar depois de uma tristeza qualquer...

Maicon Jackson foi este homem-show, infantil, que com um grande coração queria sempre ver as crianças felizes, brincando e sorrindo com ele. Fizeram de uma criança desde os 5 anos de idade, tornar-se um “homem-adulto” antes da hora, ter responsabilidades e um trabalho que ele aprendeu a amar de tal forma que com suas próprias palavras “se fosse possível eu dormiria nos palcos”. È... Maicon Jackson foi mesmo um homem e um menino, uma duplicidade, uma criança-homem no palco e um homem-criança fora do palco.

Eu me diverti com Maicon Jackson, dancei suas músicas, assisti aos seus videoclipes, mas fico pensando quando separo o artista da pessoa, será que Maicon preferiria essa vida se pudesse ter escolhido outra? Ele era um prisioneiro dentro de sua mansão, era um homem que não podia viver no sentido mais amplo da palavra. Muita gente acha que ter dinheiro é o mais importante e que o resto vem com ele, mas como? Ter dinheiro e não poder usufruir? O que adianta ser criança e não poder brincar como criança, ou pior, ser homem e não poder viver como homem?

Bem, amigo leitor gostaria de finalizar fazendo uma pequena analogia. Da mesma forma que quando a infância é “quebrada” é um problema para o resto da vida daquela pessoa; ocorre o mesmo quando um homem é “desmontado” e torna-se criança ou infantiliza-se por toda a sua vida através das “informações” e transmissões da Industria Cultural que lhe “entretém” todos os dias com novelas, “jornalismos” e com programas que se misturam entre realidade e ficção confundindo nossa identidade como se confundem eles próprios.

Mas a Indústria Cultural não se importa com quem ou para quem está transmitindo. O que importa é o resultado, o Lucro que qualquer Industria almeja...

Abraços do
Benito Pepe


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A Indústria Cultural




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O que é um Planetário?



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Muita gente pensa que um Planetário é um lugar, mas na verdade “Planetário” é uma “máquina” (ou programa) que projeta um céu em uma cúpula (ou mesmo no seu computador), no entanto se dá o nome da máquina ao lugar, vamos entender essa diferença.


A antiga cosmologia grega inspirou a Eratóstenes e seus discípulos a construção de uma esfera oca, em cujo interior eram representados os planetas, como se a Terra fosse o centro. Daí derivam os planetários.

Planetário é um instrumento óptico-elétrico-mecânico que reproduz o movimento dos corpos celestes. Consta de um conjunto de projetores especiais que lançam a imagem do céu no interior de uma cúpula hemisférica. O projetor principal, em forma de haltere, tem nas extremidades duas esferas, que reproduzem na cúpula as estrelas até a quinta magnitude. No corpo do instrumento há uma série de projetores móveis individuais para o Sol, a Lua e os planetas: Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno, que se podem ver a olho nu.

Pequenos projetores esféricos, adaptados ao instrumento principal, mostram as coordenadas celestes, círculos, horários etc., a fim de facilitar o estudo da navegação celeste. Todo o conjunto se movimenta em torno de três eixos e permite exibir o céu visto a qualquer hora, de qualquer latitude da Terra e em qualquer época, mesmo no futuro ou no passado. Nos modernos planetários, a presença de um quarto eixo de rotação permite contemplar o céu visto de fora da Terra, de qualquer ponto do espaço como se estivéssemos em uma nave espacial.


Pequeno Histórico

A esfera armilar de Eratóstenes (250 a.C.) e os globos celestes de Anaximandro (6 a.C.) foram melhorados por Tycho Brahe em 1580. Em 1664 Andreas Busch construiu o "globo de Gottorp", de quase quatro metros de diâmetro, longínquo precursor dos planetários. O globo de Roger Long, construído em 1758, acomodava trinta pessoas em seu interior. O de Wallace Walter Atwood, de 1912, continha 700 orifícios, correspondentes às estrelas até a quarta magnitude. O primeiro dispositivo heliocêntrico, ou seja, com o Sol no centro do sistema, foi construído em 1682 por Johanes Cuelen de la Haye.

Nos modelos mecânicos, era impossível reproduzir em escala as dimensões do sistema solar. Ao contrário do que se fizera até então, Walter Bauersfeld, da firma Carl Zeiss, imaginou uma representação celeste que permitisse a observação tal como é feita na natureza, ou seja, do interior da própria esfera celeste. Assim, construiu em 1919 o primeiro planetário Zeiss, dispositivo óptico com pequenas fontes de luz, convenientemente dispostas, e capaz de projetar, sobre a superfície interna de uma esfera oca, imagens que reproduziam, por sua posição relativa e brilho, o aspecto do céu noturno num dado local e num dado instante.

Os planetários se disseminaram a partir de então por todo o mundo. Os mais famosos são os de Paris, Chicago, Nova York, Los Angeles, Londres, Berlim, Buenos Aires e Tóquio.

O primeiro planetário do Brasil foi instalado em São Paulo em 1954 pela firma Carl Zeiss, que instalaria outros quatro no país: no Rio de Janeiro RJ e em Goiânia GO, em 1970, em Santa Maria RS, em 1971, e em Porto Alegre RS, em 1976.

Hoje os planetários podem ser utilizados no nosso computador através de diversos programas, alguns são gratuitos, outros muito pelo contrário bem carinhos. Bem, vou dar algumas dicas, mas sugiro que visitem sempre um Planetário “real” em sua cidade.

Dicas de Planetários Gratuitos para baixar para seu computador

Alguns Planetários que podem ser utilizados no nosso computador. Para localizá-lo e baixá-lo para sua máquina (computador) busque na Internet e escolha o seu preferido, todos da lista abaixo são gratuitos:

Stellarium;

Celestia;

Google Sky;

WorldWide Telescope;

Skyorb.

Boa viagem pelo maravilhoso universo...

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ENCICLOPÉDIA BARSA. Rio de Janeiro – São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações.

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